Dezembro chegou e, com o último mês do ano, uma das provas mais aguardadas no calendário oficial de corridas de rua em nosso estado. Não é por menos, pois com menos de duas horas após a abertura das inscrições, já não havia mais quem conseguisse garantir a sua participação. Essa foi a segunda edição consecutiva do Circuito da Longevidade, levando as ruas da capital três mil corredores e caminhantes inscritos, fora a turma que chega por lá e corre na popular “pipoca”. Assim como no ano passado, a largada aconteceu no Forte do Brum, mas teve teu percurso alterado, saindo do trecho da Rua da Aurora e levando todos para o Cais José Estelita para enfrentar a subidinha do viaduto do Forte das Cinco Pontas.

Com a largada realizada pontualmente às 7 horas para os corredores, o circuito tinha tudo para ser um tremendo sucesso igual a edição do ano passado (veja como foi aqui), entretanto, alguns pontos essenciais para uma corrida ficaram a desejar. Se ano passado foi tratada como uma das principais corridas do calendário oficial, este ano quem esteve à frente do que acontece nos bastidores farrapou e muito, a começar pela entrega de kits que, após faltar as bolsas, deu aquela tumultuada. Não bastasse isso, no dia da corrida o bicho pegou, faltando o essencial em uma corrida de rua que é a a hidratação, principalmente em um clima como o nosso. Nessa brincadeira quem ficou a mercê foram os corredores mais lentos onde, a medida que passavam nos postos de hidratação, já não havia mais água, apenas gelo derretendo.

A Corrida da Longevidade tem como proposta tirar as pessoas do sedentarismo. Particularmente, só peguei água no retorno para o Forte do Brum por opção, mas para quem ali faz a sua primeira corrida, ficar água compromete, não apenas o rendimento na corrida, como o psicológico. Segundo foi levantado, justificaram a falta de água por conta da largada conjunta da maioria dos caminhantes, que estava prevista paras às 8h30, mas na real, quem tem coragem de caminhar três quilômetros naquela sol? Em um circuito com abrangência nacional como é o Longevidade, é importante verificar as características climáticas de cada região. O que funciona no sul e sudeste do país nem sempre se adéqua a nossa realidade.

Apesar da falta de hidratação, é sempre bom ressaltar o lado bom das coisas. O Circuito Longevidade além da corrida, oferece uma oportunidade bacana para quem quer correr a baixo custo. Com o kit custando apenas 30 reais – hoje mais barato que as etapas da CICORRE – a turma ainda contava com vários outros serviços na arena da prova montada no Forte do Brum. E isso é um dos principais pontos positivos do Circuito. Lá no dia da prova e no dia da entrega dos kits a turma contou com teste da pisada, aferição de pressão, massagem e vários outros serviços pouco realizado nos principais circuito de corridas realizados em nosso estado. E não somente isso, o mais bacana é saber que todo o valor arrecadado com o valor das inscrições serão revertidos para a sociedade, sendo doado para o Recife – cidade que recebeu a prova – realizar o bom uso deste valor em uma instituição de caráter social. A gente torce para que essa grana seja bem utilizada.

E vocês, também participaram? Faltou dizer algo que não pontuamos aqui? Deixa sua opinião nos comentários e sua nota em “votação do leitor”! O resultado individual de cada corredor pode ser verificado no site onde foi realizada a inscrição (clique aqui) e, no dia 10 de dezembro teremos mais um vídeo mostrando como foi a corrida lá em nosso canal no Youtube! Ainda não tá inscrito? Chega lá e dá aquela força pra gente, clicando aqui! Falta bem pouquinho para atingirmos a marca de mil corredores apaixonados por corrida!

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