8ª Corrida das Ladeiras de Olinda: Saiba como foi…

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O domingo foi de aniversário da cidade de Olinda, festejando seus 482 anos diante de muita festa. E centenas de pessoas se reuniram no Alto da Sé para comemorar a data da melhor maneira (ao menos para nós corredores): correndo! Pelo oitavo ano foi realizada a Corrida das Ladeiras Históricas de Olinda, atraindo um grande número de corredores, mesmo com a concorrência da New Balance 15K Series. E a largada pela primeira vez foi dada pelo prefeito da cidade e no clima tipico de carnaval da cidade, com blocos de frevo animando os corredores presentes. O clima nublado também ajudou para quem estava esperando o calor. A corrida contou com dois pontos de água, uma perto da prefeitura e a outra na Avenida Carlos de Lima Cavalcanti.

O percurso misto com subidas, descidas e áreas planas foi o principal desafio entre os corredores, necessitando de muita cautela para evitar qualquer tipo de lesão devido ao piso irregular das pedras que formam o chão da Cidade Alta. Foi com este cuidado de evitar possíveis lesões nas articulações que muitos corredores optaram por fazer o percurso nas estreitas calçadas dos casarios. Se existia a dificuldade natural dos famosos aclives e declives do Sítio Histórico, a dificuldade era proporcionalmente aliviada com o belíssimo visual da parte histórica de Olinda avistando ao longe o Recife, em uma única paisagem.

Percurso da 8ª Corrida das Ladeiras Históricas de Olinda | Dados: Strava

Talvez o ponto negativo mesmo tenha sido a quilometragem abaixo do divulgado, já que dos sete quilômetros e meio divulgados, a prova teve um pouco mais de cinco quilômetros, já que o percurso foi parcialmente alterado, deixando de fora a conhecida Ladeira da Misericórdia. Além disso, alguns corredores comentaram da falta de sinalização de quilometragem, apoio durante a corrida e isolamento na Avenida Carlos de Lima, onde não havia a separação entre carros e os corredores e nenhuma sinalização que estaria havendo uma corrida naquela manhã.

No mais, a festa foi a mesma depois da linha de chegada. A alegria não deixou de tomar conta das ladeiras, que por onde os corredores passavam os moradores do sítio histórico estavam nas ruas para incentivar. E a sensação de dever cumprido era clara na chegada do evento.Quem lá esteve se contagiou com mais frevo e orquestra, muita hidratação e frutas para os corredores inscritos e, claro a medalha finisher para todos que concluíram o percurso. Quem participou se sentiu vitorioso ao vencer os limites subindo e descendo ao menos três ladeiras, mesmo dando aquela caminhada marota, contemplando a bela vista do Alto da Sé.

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