Se alguém me comentasse em dezembro do ano passado que eu passaria nove meses sem correr no Recife eu não levaria a sério! E se essa mesma pessoa falasse dos sucessivos adiamentos de corridas e de um Circuito das Estações com as ruas do Recife que antes era abarrotada de corredores (inscritos ou não) literalmente esvaziada?

Como eu não corria no Recife desde a segunda etapa da CICORRE, que foi a última prova oficial realizada na capital, acabei optando por correr largando no Forte do Brum e contornando todo o antigo percurso adotado pelo Circuito das Estações e pela maioria das grandes corrida de rua realizadas no Recife antes de adotar a Via Mangue como percurso e o RioMar como local de concentração. Parte mesmo, pois a Arena Pit Stop estava instalada em um local impossível de imaginar que um dia seria realizada uma corrida de rua, que foi a Conde da Boa Vista.

Além do uso obrigatório de máscara, cada corredor definiu o seu próprio local de largada, seguindo até Arena Pit Stop, localizada na FAFIRE, onde encontraram toda a estrutura montada dentro dos protocolos de segurança. E isso poderia ser realizado das 6 às 12h, no estacionamento da faculdade, onde puderam, antes de entrar na Arena Pit Stop, fazer a higienização das mãos com álcool em gel, receber uma máscara descartável (caso não estivesse usando uma) e, por fim, aferir a temperatura.

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O “Reverse” no nome da etapa coube bem, viu? Se a ideia era garantir o protocolo de segurança, a prova saiu redondinha. Era difícil imaginar um circuito concebido para milhares de pessoas conseguir sair às ruas em meio a uma pandemia, e os caras conseguiram, pois ao invés de ter todo mundo largando junto em um único ponto, existiu a flexibilidade de correr passando ou não pela arena montada na Conde da Boa Vista.

Um formato quase virtual, é bem verdade, mas que conseguiu diante da atual realidade, oferecer uma estrutura mais enxuta, com um quadro reduzido de pessoas trabalhando e, mesmo assim, tudo muito organizado e seguro. Quem passava pela Arena Pit Stop era recebido com hidratação e a medalha, isso caso não tivesse pegado dias antes na entrega dos kits, na própria faculdade.

Eu gostei do que vi e foi muito bacaba a forma que encontraram para colocar milhares de corredores em movimento e o melhor, sem grandes riscos e com um estrutura bacana e com segurança! Mas convenhamos, o meu braço direito e esquerdo tá prontinho pra vacina. Circuito das Estações para mim ainda é sinônimo de multidão.

Para quem correu a Outono Reverse VR, o seu tempo pode ser compartilhado no site do Circuito das Estação, através do Strava ou informando manualmente junto com o print de algum aplicativo ou foto do relógio. Já para quem quem visitou a Arena Pit Stop, as fotos oficias estarão disponíveis no site oficial da prova ao longo da semana.

Mas e você, participou também da etapa Outono Reverse VR do Circuito das Estações? Tem algo a pontuar que acabei esquecendo? Comente ai nos comentários! E claro, não vai perder a nossa cobertura lá em nosso canal no Youtube, certo? Já chega lá e faz sua inscrição acessando www.youtube.com/perunning!

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