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Olympikus encerra projeto “50 anos, 50 corridas” com lançamento de minidocumentário

Após percorrer 18 estados e acompanhar mais de 300 mil participantes, a marca compartilha o que aprendeu e o que podemos esperar do futuro da corrida brasileira

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Estar próxima da comunidade corredora sempre foi parte da estratégia da Olympikus. Seja no desenvolvimento de calçados, na criação de eventos ou conteúdos, a marca brasileira vem consolidando uma forma de atuar baseada em escuta, presença e cocriação com quem faz o esporte acontecer todos os dias. Foi dessa lógica que nasceu o projeto “50 anos, 50 corridas”, iniciativa pensada para celebrar o aniversário da marca ao lado dos corredores do país. Agora, após um ano rodando o território nacional, essa travessia ganha um desfecho emocionante com o lançamento de um documentário que reúne histórias de personagens marcantes.

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Ao longo de doze meses, a Olympikus percorreu as cinco regiões do país, passando por 18 estados e 29 cidades. A marca acompanhou de perto mais de 300 mil corredores em provas de rua de todas as distâncias, além de trilhas e treinos que, juntos, somaram 2.300 quilômetros percorridos. Foram desafios em asfalto, estrada, terra batida, praia, mata e montanha, incluindo provas dentro de mercados públicos, em sambódromos e até em ilhas. O que começou como uma celebração institucional se transformou em uma das maiores operações de escuta já realizadas pela marca, revelando que a cultura da corrida nacional é descentralizada e plural.

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Uma imersão na diversidade da corrida brasileira

Os dados coletados na jornada dão profundidade ao cenário mapeado previamente pela pesquisa Por Dentro do Corre. O projeto mostrou que o brasileiro não corre de um único jeito, coexistindo diferentes motivações, culturas e formas de se relacionar com o esporte ao mesmo tempo em várias partes do país.

“Quando desenhamos o projeto, partimos de uma percepção que já aparecia na pesquisa Por Dentro do Corre: o brasileiro não corre de um único jeito. O que descobrimos ao longo dessa jornada é que essa diversidade é ainda maior do que imaginávamos. Existem diferentes motivações, diferentes culturas e diferentes formas de se relacionar com o esporte convivendo ao mesmo tempo. Acreditamos que mergulhar nessa pluralidade e reconhecê-la de verdade é o primeiro passo para fortalecer a cultura da corrida no país e criar iniciativas que façam cada vez mais pessoas se sentirem parte desse movimento”, afirma Bianca Dallegrave, diretora-executiva de Marketing da Olympikus.

Se durante décadas boa parte do mercado esteve concentrada no eixo Rio-São Paulo, a caravana da marca revelou um cenário muito mais amplo. Em Roraima, a prova Tepequém Up levou os atletas ao ponto mais ao norte do país em uma subida íngreme e desafiadora. Em Santarém, no Pará, o esporte avança impulsionado por grupos locais que transformam os treinos em eventos comunitários noturnos para driblar o calor intenso. Em Salvador, assessorias e coletivos como o SBN Running utilizam as passadas como ferramenta de ocupação de território e fortalecimento de identidade, levando o espírito festivo da cidade para o asfalto. No Sul, as crews reúnem milhares de pessoas em encontros que misturam atividade física e pertencimento, enquanto no Centro-Oeste a força das provas de trail reforça a busca por aventura e conexão com a natureza.

A constatação da marca é que a inovação nem sempre nasce nos grandes centros econômicos. “Uma das maiores lições foi perceber que inovação nem sempre nasce nos grandes centros. Muitas das conversas mais interessantes sobre corrida, comunidade e experiência estavam acontecendo em cidades que tradicionalmente não aparecem no radar do mercado. Quando você se dispõe a olhar para o Brasil inteiro, percebe que existem muitos pólos criativos ajudando a construir o futuro do esporte”, destaca Bianca Dallegrave.

Histórias reais e os quatro territórios comportamentais

A convivência com corredores de perfis variados trouxe aprendizados profundos. A marca encontrou desde atletas de elite em busca de índices e recordes até iniciantes completando os primeiros quilômetros, passando por quem usa o esporte como ferramenta de saúde mental, amizade ou turismo.

“A corrida continua sendo um espaço de performance e superação. Mas ela também se tornou um espaço de socialização, autocuidado, turismo, identidade e comunidade. O que vimos é que essas narrativas não competem entre si. Elas coexistem. Muitas vezes a mesma pessoa transita entre todas elas ao longo da sua jornada”, reforça a diretora-executiva de Marketing. Essa multiplicidade foi organizada pela Olympikus em quatro territórios comportamentais: Para Se Desafiar, Para Se Divertir, Para Se Engajar e Para Correr com os Olhos.

Entre os registros mais marcantes da jornada estão histórias de superação real, como a de Paulo César Silva Oliveira, que correu em Roraima para honrar a memória do filho; a de Jeferson Dias e Tais Damásio, que completaram uma ultramaratonando cruzando a Chapada Diamantina; a de Luana Correa, que persistiu até cruzar a linha de chegada da Maratona de Porto Alegre na última colocação; e a de Marcio Rosa, que encarou sozinho o desafio de 100 quilômetros na Volta ao Lago, em Brasília.

Assista ao minidocumentário “Brasil, País do Corre”

Produzido pela Na Buena Onda e narrado pelo comunicador pernambucano Caio Braz, o minidocumentário “Brasil, País do Corre” registra de forma sensível essa imersão pelas cinco regiões do país, capturando a essência de comunidades e personagens que dão vida ao esporte. O material completo já está disponível no canal oficial da Olympikus no YouTube.

“Os 50 anos foram uma celebração da nossa história, mas também um exercício de escuta para construir o futuro. O maior legado dessa jornada é a certeza de que relevância não se constrói apenas falando com os corredores. Ela se constrói correndo junto com eles. Quanto mais a gente conhece as diferentes formas de correr que existem no Brasil, mais preparados estamos para criar produtos, experiências e histórias que façam sentido para quem está nas ruas todos os dias”, conclui Bianca Dallegrave.

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