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Proteína no prato: carne, frango, peixe ou brócolis? Descubra como atingir a meta diária

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proteina vegetal e animal
Nutricionista explica quanto cada alimento oferece por porção e mostra como as proteínas vegetais podem ser tão poderosas quanto as de origem animal

Quando o assunto é proteína, surgem sempre as mesmas dúvidas: quanto consumir por dia? Qual alimento é mais vantajoso? Será que um bife entrega mais proteína do que um punhado de brócolis? A verdade é que esse nutriente é indispensável em qualquer plano alimentar saudável — seja para emagrecer, ganhar massa muscular ou apenas manter o corpo em equilíbrio.

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De acordo com Camila Lima, professora de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB), as proteínas de origem animal costumam liderar o ranking em concentração. “Em média, a carne bovina oferece entre 26 e 34 gramas de proteína a cada 100 gramas. O peito de frango sem pele fica entre 25 e 31 gramas, enquanto peixes como o salmão apresentam de 20 a 25 gramas”, explica. A carne vermelha, portanto, tende a entregar mais proteína em menor quantidade.

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Muito além do universo fitness

Apesar de ser lembrada principalmente no contexto da hipertrofia, a proteína vai muito além dos músculos. Esse nutriente promove saciedade, ajudando no controle do apetite e do peso corporal, e atua em funções vitais do organismo. “A proteína participa da manutenção da massa magra, contribui para a saúde dos ossos, fortalece o sistema imunológico, auxilia na produção de hormônios e enzimas e repara tecidos. Em resumo, ela é peça-chave para que todo o corpo funcione bem”, destaca Camila.

Na carne bovina, a dica é escolher cortes magros, que oferecem melhor custo-benefício nutricional. “O patinho cozido, por exemplo, pode chegar a 34,2 gramas de proteína em 100 gramas. Já o filé mignon apresenta cerca de 32,5 gramas”, acrescenta a especialista.

O consumo de proteína cresce no Brasil e ganha novos formatos práticos.

Proteínas vegetais também contam

Quem segue uma dieta vegetariana não fica de fora. Embora as proteínas vegetais, em geral, não apresentem todos os aminoácidos isoladamente, as combinações certas fazem toda a diferença. “Unir arroz com feijão, lentilha com cereais integrais ou grão-de-bico com quinoa garante uma proteína completa, muito semelhante à encontrada em alimentos de origem animal”, explica Camila.

Segundo a nutricionista, a melhor escolha vai depender do estilo de vida, dos objetivos e até das preferências pessoais. Mais importante do que escolher apenas uma fonte é variar ao longo do dia e apostar na diversidade alimentar. “Afinal, a proteína pode estar no bife de patinho, mas também na clássica dupla brasileira: arroz com feijão.”

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