No mês da mulher não poderíamos deixar de falar dela. Ela, que é um dos seres vivos responsáveis por manter a raça humana em continuidade.  Nasceu com a capacidade de dar à luz e de amar os filhos de uma forma que ninguém consegue explicar até hoje. É só amor mesmo.

A mulher pode fazer tudo o que um homem faz. E a sua inserção na corrida de rua já começou como um desafio. A primeira maratonista, Kathrine Switzer, precisou se disfarçar de homem para a sociedade que uma mulher conseguia completar uma maratona. 

E às vezes elas acordam com tanta vontade de correr que nada atrapalha. Passam por algumas coisinhas físicas e os homens não passam.  Só elas sabem como é enfrentar uma cólica menstrual intensa e sair do mesmo jeito para cumprir a planilha. E quando chegam em casa, em muitos casos, vão enfrentar uma sessão de treinos extras com a limpeza e organização do lar.

Em muitos momentos fazem uma pausa para ser mãe, o que pode envolver dois anos de distância da corrida de rua. E tudo bem,  porque uma mulher pode ser corredora e mãe também. E elas dão seu melhor nos dois lados, arrancando elogios e admiração deles.

Elas estão com tudo!

O empoderamento feminino está em alta e as mulheres dominam diversos setores da economia dos esportes. Hoje as mulheres já representam 51% do  empresariado brasileiro, provando que elas trabalham muito bem(ao contrário do que eles pensavam há 10 anos atrás). Também somam mais de 40% das comitivas de atletismo que vão representar o país lá fora. Elas arrasam!!!

E elas estão no esporte para impressionar mesmo, arrancam elogios. No dia internacional da mulher de 2020, celebrado em 8 de março, a pernambucana Etiene Medeiros entrou para o Guiness Book com o tempo de 25s67 nos 50m costas. 

E as brasileiras gostam de ultrapassar barreiras. A Adriana Aparecida, detém dois Recordes no Panamericano em maratona e deixou seu nome marcado na história. Já a Carmen de Oliveira foi a primeira brasileira a vencer uma São Silvestre e seu tempo na Maratona de Boston demorou muito para ser batido.

São tantos nomes de referência na corrida de rua quando se trata de mulheres que a gente só tem uma coisa para pensar: elas arrasam. 

Elas correm e também gerenciam o lar.  Elas lutam contra o preconceito  estrutural da inferioridade feminina e todos os dias se superam e deixam o seu nome na história da corrida. 

Elas arrasam!

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